Ansiedade
Nosso cotidiano frequentemente exige demais: prestar contas, estar “ligada(o)” 24h, lidar com incertezas. Quando a ansiedade aparece, ela se manifesta como inquietude constante, tensão muscular, pensamentos acelerados ou mesmo evitamento de situações. A psicoterapia propõe que o sujeito possa explorar essas manifestações, não apenas controlar sintomas, mas entender o que a angústia está tentando sinalizar.
Depressão
A depressão pode ser compreendida como uma suspensão de vida: o desânimo, a falta de sentido, o isolamento. Não se trata apenas de “estar triste”, mas de uma vitalidade que falha em encontrar suporte. Trabalhamos juntos, em sessões individuais, nas correntes invisíveis que se formaram (perdas, frustrações, exigências internas) e que alimentam o sofrimento. A partir da abordagem psicanalítica, o objetivo é reestabelecer a escuta íntima, mobilizar os recursos internos e reintegrar a pessoa ao fluxo da vida, com respeito à intensidade do processo.
Trauma
Traumas não desaparecem simplesmente quando “vamos seguir adiante” — eles se inscrevem no corpo, na memória, no laço com o outro. Em um ambiente de escuta psicanalítica, trabalhamos a repetição, o silêncio que antecede a palavra, o retorno do que foi negado. O processo terapêutico permite elaborar o que ficou suspenso, reintegrar partes que se fragmentaram e recuperar o sentido de agência. A proposta: acolher a dor, tecer o novo e possibilitar que o trauma deixe de comandar a vida.

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